sábado, 22 de abril de 2017

Como Relatar um Avistamento de OVNI


Algumas normas simples de como relatar a observação de Objectos Voadores Não Identicados.

Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) são de origem desconhecida e não tem uma identificação. Caso tenha visto um, você pode ter informações que as autoridades competentes considerariam muito interessante. Você precisa apenas transformar sua experiência em um relato coeso e entregá-lo às pessoas certas. Caso ele seja suficientemente convincente, você pode até mesmo receber uma resposta. Então agarre caneta e papel, pois você tem alguns detalhes para discutir.

1
Escreva imediatamente os dados básico da sua experiência. Independente de onde vá apresentar seu relatório, você precisa seguir a mesma estrutura básica. É melhor fazer isso logo após o avistamento, assim tudo ainda estará fresco em sua cabeça. Quanto mais recente, mais exato possível. Você usará essas informações para apresentar seu relatório aos órgãos específicos. Seguem os dados pelos quais deve começar: [1]
Número de testemunhas (para ser válido, deve existir ao menos outra pessoa)
Horário
Localização (se você viver perto de uma base aérea, ou local similar, seu relato pode ser descartado)
Número de objetos avistados
“Não” inclua suas informações pessoais no corpo do relatório. Isso terá que ser removido posteriormente.

2
Inclua quantos detalhes sobre o objeto forem possíveis. Quando mais detalhes você tiver, mais convincente sua história será (ou mais fácil será determinar se é alguma outra coisa). Lembre-se da sua experiência. Existem aspectos que você deve cobrir:
Luzes (Quantas existiam? Elas piscavam, ou eram sólidas?)
Cores (As cores mudavam?)
Brilho (compare com outro objeto, se possível)
Movimento (Quão rápido se movia? Movia-se para cima e para baixo? Para frente e para trás? Suavemente, ou erraticamente?)
Comportamento (O objeto se moveu, ou aterrissou, emitiu luz, sons, ou liberou outros objetos?)
Interações com o espaço (Ele se envolveu com alguma outra aeronave nas proximidades, produziu efeitos elétricos, ou magnéticos, como desligar o motor de um carro?)
Rastro, névoa, etc. (Existia alguma aura, ou névoa ao redor do objeto, alguma nuvem, ou rastro de fumaça deixado pelo objeto?)

3
Anote seu tamanho e o quão distante o objeto estava. Pense em segurar um objeto com o braço esticado, bloqueando a vista do OVNI. [2] Você precisou de uma moeda? Um biscoito? Uma bandeja? Algo entre os dois? Isso deve ser o mais preciso que conseguir.
Pense nos outros objetos ao redor para determinar o quão distante ele estava. Estava logo acima das árvores? Das montanhas? Dos fios de eletricidade? Torre de Satélite? Isso pode ajudá-lo a avaliar a distância aparente.

4
Inclua detalhes sobre o formato da aeronave. Existem alguns padrões comuns atualmente conhecidos – sua experiência coincide com alguma dessas formas?
“Pires”: existem três variedades – abobadado (estereotípico), lenticular (formato de pistache) e lenticular com uma cúpula
“Chapéu”: existem três variedades – chapéu cônico, chapéu duplo e chapéu de palha com o topo plano
“Esférica”: uma forma circular padrão
“Saturno”: na forma do planeta, como se o objeto tivesse anéis
“Elipsoidal”: forma oval ao pairar e de bola de futebol americano durante o voo
“Cilíndrica”: o objeto se parece com um cigarro gigante
“Dirigível”: em forma de uma bala pontuda; geralmente seguida por uma cauda luminosa
“Triangular/bumerangue”: com pontas, ou em forma de V, como um bumerangue.

5
Anote o clima e o horário do avistamento. Quanto melhor o clima (poucas nuvens, sem chuva, etc.) mais confiável será sua história e mais difícil será argumentar que você não viu aquilo que diz ter visto. Contudo, que seja dito – não se sinta tentado a mentir se o clima estava ruim; é muito fácil descobrir como estava o tempo nesse dia, se for preciso.
Caso o dia estava nublado, ou chuvoso, explique como isso afetou sua visão. Isso obscureceu alguma coisa, mesmo que seja parcialmente, de sua vista? Alguma coisa mudou quando as nuvens se dissiparam e a chuva parou? O que você viu poderia ser uma distorção visual causada pelas nuvens, ou outro fenômeno natural?

6
Inclua alguma foto, ou vídeo. Uma das formas mais efetivas de tornar seu avistamento convincente é incluir fotos, ou vídeos – isto é, “boas” fotos, ou vídeos. Não perca tempo fabricando algo – fraudes sobre OVNIs existem há tempo suficiente para a maioria já ter sido desmascarada.
As melhores fotos “não são” digitais. De fato, negativos (em um filme tangível) são as melhores formas de provar que uma foto não foi adulterada. Caso seja digital, não pense em alterar nem mesmo seu tamanho. Caso suas configurações originais sejam alteradas, mesmos mínimos detalhes, ela pode ser descartada.
Os melhores vídeos são aqueles com outros objetos de referência e o enquadramento deve ser fixo, assim você poderá ver o movimento do OVNI, ao invés do vídeo ficar se mexendo junto com ele.

7
Tome nota de todos os impedimentos que enfrentou no momento. Seus sentidos foram prejudicados, ou impedidos? Esses podem ser pontos similares aqueles que um agente da lei abordaria. Pense nos seguintes detalhes (e seja honesto):
Objetos entre você e o OVNI que atrapalharam sua visão
Caso estivesse usando lentes de contatos, ou óculos no momento do avistamento
Caso estivesse usando fones de ouvido, ou algo que impediu, ou atrapalhou sua audição.
Caso estivesse resfriado, ou alguma coisa que impedia seu olfato de funcionar adequadamente
Caso estivesse tomando medicamentos prescritos, ou sob influência de álcool, ou outras drogas.

8
Escreva isso tudo em um relatório coerente e envolvente. Quebre os parágrafos para torná-lo mais fácil de ler. Inclua qualquer conhecimento específico que possua em sua formação, que contribua para a sua história (por exemplo, se você for um piloto, ou tenha treinamento mecânico, ou de voo).
Ele não tem que ser extravagante, mas deve ser digitado (você provavelmente terá que submetê-lo online, assim pode apenas copiar e colar) e revisado. Quanto melhor elaborado, mais a sério será levado.

9
Esteja pronto para mais questões, ou solicitação de evidências. Caso seu relatório seja válido e intrigante, você pode ser convidado a dar uma entrevista. Caso o processo continue, sua câmera pode ser requerida e você pode até mesmo ser interrogado sob juramento. Esse tipo de coisa é levado muito a sério; caso esteja apenas fazendo uma brincadeira, será descoberto.
Caso prefira permanecer anônimo, a maioria (se não todos) os formulários podem acomodá-lo. Isso não afetará como seu relatório será processado. Apenas em raras situações será solicitado que se identifique (caso você tenha uma filmagem inquestionável, por exemplo).

Nunca pague ninguém para exibir sua experiência. Existem toneladas de websites por aí que são fraudulentos. Caso tenha vivenciado uma experiência verdadeira, apenas recorre às fontes confiáveis. Faça sua pesquisa antecipadamente e nunca autorize ninguém a “vender sua história” por você. Ela é sua. Você deve fazer o que quiser com ela.

Esteja preparado para os opositores. Quando um assunto sobre algo sobrenatural aparece, as pessoas assumem um dos lados da questão. Existirão aqueles que escutarão sua história e vão considerar que você está comprovadamente louco, e isso é normal. Também existirão aqueles que serão inspirados e desejarão ter sua própria experiência. Não deixe que nenhuma dessas opiniões influencie você. O que eles pensam não é importante, de qualquer forma.
Quando mais visibilidade alcançar (TV, YouTube, etc.) mais opositores existirão. Em certas situações, pode haver certa repercussão. Caso esteja preocupado sobre isso, deixe seu nome fora da questão. Contudo, a maioria dos casos não recebe publicidade suficiente para que isso se torne um problema.

Fonte

Em caso de observação entre em contacto com o UFO Portugal Network
Email: ufo_portugal@sapo.pt 

sábado, 15 de abril de 2017

Praticante de BTT regista fenómeno luminoso no Concelho de Trofa - Portugal

Localização - Guidões - Trofa

Data hora - 11/04/2017 - 11:59h

Testemunha - Sr. Rui Pedro Rocha

Mais um caso intrigante que nos chega de um praticante da modalidade Mountain Bike ‘BTT’, que ficou surpreso com a observação de algo de estranho, anômalo visível por 10 a 20 segundos.
O Sr. Rui Rocha, conta que ao realizar a parte final se uma íngreme subida, viu uma luz estranha para qual pensou ter alucinado ou ter sido aquela impressão de que se viu algo e não viu.

Parou e bateu a foto naquele momento inóspito e repentino.
Porém a surpresa estaria para vir ao consultar o seu telefone Samsung modelo S7, que lhe revelou para sua surpresa de que não se tratou de um delírio, impressão de que viu e não viu!
Afinal a testemunha viu realmente alguma coisa e o seu equipamento móvel comprovou exatamente isso mesmo.

Testemunha: “Foi tudo muito rápido e não me apercebi de qualquer som. Depois de ter tirado a fotografia olhei para o ecrã do meu Samsung S7 para ver se tinha apanhado o tal OVNI e quando voltei a olhar para o local já não estava lá nada, e isto demorou o quê? 1 segundo? 2 no máximo...? 'Visualização no telefone'...

Foto original
A coisa muito estranha que aconteceu foi o seguinte. Eu tenho activado no telemóvel uma função na câmera que, por defeito e em TODAS as fotografias que são tiradas, o S7 filma os 3 últimos segundos até a foto ser tirada. Se quiser perceber melhor há muita informação disponível na net sobre esta função. E é aqui que chegamos à tal coisa muito estranha. Das muitas centenas de fotos que já tirei com o S7 esta foi a ÚNICA foto em que esta função não ficou disponível”



Numa ampliação de imagem constatamos não parecer ser ‘lens flares’, pelo que o Sol se esconde por detrás das copas das árvores.
A luz, reflexo ou objeto aparenta estar a uma altitude muito acima das árvores como se pode constatar na fotografia.
Após consulta sobre a possibilidade de ser o reflexo solar na fuselagem de alguma aeronave, ficamos a saber que as únicas aeronaves nas proximidades estariam já sobre o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, com duas aeronaves da Rayaner, uma da Brussels Airlines e outra que não conseguimos identificar.
Isto na data e hora apresentada pela testemunha.

A luz, objecto observada e registada pelo seu equipamento móvel, revela uma fisionomia um tão pouco estranha, fora do vulgar, inclusive para um reflexo, refração de luz solar sobre a lente do seu telefone!

A foto não foi subtida a qualquer tipo de filtros, ou adulteração, manipulação digital mantendo desta forma toda a sua originalidade.
Apenas sofreu zoom e corte de forma a extrair com mais pormenores o objeto para consulta dos leitores e consultores.

Se você observou o mesmo fenómeno queira entrar em contacto com o UFO Portugal Network através do email: ufo_portugal@sapo.pt 

Toda e qualquer informação adicional será muito bem vinda.

Este não é o primeiro caso presenciado por um atleta praticante de BTT!
Em 2011 outro fenómeno era também reportado pelo Sr. António Luís na Serra do Gerês que pode consultar "AQUI".

segunda-feira, 10 de abril de 2017

OVNIs na Áustria são investigados pela MUFON - NETWORK

Ao retornar para casa, por volta das 22h30, depois de um dia de trabalho, Manuel C, que reside na Áustria e estava na companhia do amigo Franz, avistou três misteriosas esferas luminosas numa região remota do pequeno país - com população inferior a dez milhões de habitantes.

Em depoimento à Mutual UFO Network (MUFON), maior e mais antiga organização de pesquisas ufológicas do mundo, disse que naquela escura noite de 4 de janeiro, ao percorrer um trajeto distante das áreas urbanas, percebeu atividades anômalas na região - contudo, é imperativo ressaltar que as imagens só foram exibidas em abril.

“Sem ter pensado alguma coisa, olhei para o céu escuro, de repente eu vi 3 objetos luminosos muito brilhantes que flutuavam muito lentamente, giravam em um tipo de padrão de círculo e ficavam em pé no ar!!”, revelou.

Impressionado com o episódio, ele estacionou o carro e filmou as naves pelo telefone celular. Ainda destacou que o isolado lugar estava completamente escuro. Salientou também que os aparentes objetos voadores não identificados (ovnis/UFOs) eram silenciosos.

Apesar de Manuel gravar os OVNIs por apenas 40 segundos, devido ao telefone móvel ter pouco espaço na memória, e o aparelho usado pelo colega ser antigo e não contar com câmera acoplada, eles permaneceram visíveis por aproximadamente 4 minutos depois da filmagem, de acordo com ele.

Conforme a testemunha, após as naves se “exibirem” por um breve período, elas rapidamente sumiram.

video

“Depois desta filmagem, nós vimos esses três objetos por cerca de 3-4 minutos.
Em seguida, simplesmente desapareceram. 
Como desligar uma luz”, reportou.

O austríaco ainda acentuou que as misteriosas luzes mudaram seu pensamento em relação a existência de alienígenas.

Antes de observar os hipotéticos UFOs, comentou à MUFON que não acreditava na existência de extraterrestres.

“Na verdade, eu era cético sobre essas coisas, mas depois deste assustador evento, estou muito mais aberto a coisas estranhas / Ufos / extraterrestres e assim por diante”, declarou.

Porém, o fato da testemunha relatar a presença de insetos nas proximidades do evento, gerou dúvidas nos moradores, que alegaram não haver insetos durante o gélido inverno austríaco.

“Em janeiro não há insetos ativos devido à baixa temperatura, especialmente grilos”, retrucou the best.

Fonte 

sábado, 8 de abril de 2017

Astronautas da NASA afirmam que alienígenas existem e visitam a Terra

Aqueles que acreditam em alienígenas geralmente são taxados como teóricos da conspiração.

Porém, existe um grupo de astronautas da NASA que acredita em extraterrestres e ainda afirma que eles visitam a Terra.Mais precisamente, são quatro astronautas que se tornaram reconhecidos por sua visão aberta sobre os alienígenas. Conheça agora esses quatro astronautas que acreditam na existência de vida extraterrestre.

Edgar Mitchell

Ele foi a sexta pessoa a pisar na Lua em 1971, após ter embarcado na missão Apollo 14. Ele teve uma grande epifania espiritual no caminho que fez voltando da Lua, e a partir daí, passou a vida tentando provar a existência da vida extraterrestre. Segundo Mitchell, os alienígenas salvaram a Terra de uma guerra nuclear, e o Vaticano está escondendo o conhecimento de uma raça extraterrestre que estaria tentando compartilhar o segredo de uma nova fonte de energia com os humanos.

Ainda de acordo com o astronauta, os extraterrestres podem ser vistos frequentemente em cima de ogivas nucleares e já impediram o lançamento de armas nucleares durante a Guerra Fria. Ele também acredita que o governo norte-americano está encobrindo o Caso Roswell, quando um suposto disco voador caiu na cidade do Novo México.

“A razão para a negação é que eles não sabiam se [os alienígenas] eram hostis e não queriam que os soviéticos soubessem, então inventaram uma enorme e complexa mentira para encobrir o caso”, disse ele. Mitchell faleceu em fevereiro de 2016, um dia antes de completar 45 anos que ele desembarcou na Lua.

Gordon Cooper

Gordon Cooper fez parte da equipe de 7 astronautas que realizou a primeira missão espacial tripulada da NASA. A missão recebeu o nome de Projeto Mercúrio e aconteceu durante os anos de 1958 a 1963. O objetivo era colocar o ser humano em órbita. Cooper afirmou em 1951 que avistou um ovni sobrevoando a Alemanha e também disse que viu alienígenas em uma base de experimentos nos Estados Unidos.

“Eu acredito que esses veículos extraterrestres e suas tripulações estejam visitando nosso planeta de outros planetas, que são um pouco mais tecnicamente avançados do que nós aqui na Terra”, disse Cooper à ONU em 1984. “Mas primeiro temos que mostrar-lhes que aprendemos a resolver os nossos problemas por meios pacíficos e não pela guerra, antes de sermos aceitos como membros da equipe dos universalmente qualificados.”, completou. Ele faleceu em outubro de 2004, aos 77 anos.

Deke Slayton

O astronauta Deke Slayton fez parte do Projeto Mercúrio da NASA e posteriormente se tornou Diretor de Operações de Tripulação de Voo da Agência. Slayton também afirmou que avistou um ovni em 1951. “Parecia um pires deitado em um ângulo de 45 graus. Eu não tinha nenhuma câmera, caso contrário, teria tirado algumas fotos” disse ele. Ele faleceu em 1993 aos 69 anos.

Brian O’Leary

O astronauta Brian O’Leary foi convocado para uma missão da NASA em 1967 com destino a Marte. Mas um ano depois, a missão foi cancelada. Ele passou por uma experiência de quase-morte que mudou sua visão sobre os extraterrestres. O’Leary se tornou professor de física da Universidade de Princeton após terminar seus trabalhos da NASA. “Há abundantes evidências de que estamos sendo contatados. As civilizações estão nos monitorando há muito tempo e sua aparência é bizarra de qualquer tipo de ponto de vista.”, disse ele.

Gustavo Teixeira
J. Ciência 

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Astrônomos captam sinais de rádio inéditos com origem extraterrestre


As misteriosas ondas de rádio registadas nos últimos anos têm intrigado os cientistas desde o primeiro surgimento. Agora, um grupo de cientistas australianos detetou três novos sinais misteriosos – e garantem que são extraterrestres.

Os cientistas da Universidade Nacional da Austrália e Universidade de Tecnologia de Swinburne detectaram os sinais através do Telescópio Molonglo, em Camberra, Austrália.

O radiotelescópio tem uma área de análise de cerca de 18 mil metros quadrados. Segundo os especialistas, este telescópio é ideal para recolher sinais de rádio, tecnicamente chamados de FRBs (Fast Radio Bursts).

Mas, em 2013, os astrônomos também perceberam que, devido à sua arquitetura, o telescópio gigante não deteta sinais provenientes da nossa atmosfera.

As curtas emissões de rádio são difíceis de estudar por aparecerem e desaparecem muito rapidamente, por isso os cientistas não têm muita informação sobre a sua origem. No entanto, os novos dados indicam que podem ser provenientes de uma nave estelar cósmica ou de uma galáxia distante.

“Os radiotelescópios convencionais com antena têm dificuldades em captar transmissões com origem para além da atmosfera da Terra”, disse um dos autores do estudo, Chris Flynn da Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália.

Mas, por enquanto, as fontes dos três sinais de rádio detectados permanecem relativamente misteriosas, exceto pelo fato de, claramente, não serem deste planeta. Os astrônomos australianos sugerem que os FRBs são provenientes das constelações Puppis e Hydra.

Anteriormente, os astrônomos achavam que os sinais de rádio estavam a ser emitidos devido a alguma interferência local. No entanto, esta teoria foi desmentida porque surgiram descobertas que apontam para o espaço.

“Os sinais de rádio são claramente perceptíveis dada a sua curta duração e origem a grande distância. Não identificamos qualquer origem natural plausível. A origem artificial deve ser considerada e verificada”, destacou Avi Loeb, da Universidade de Harvard.

Avi Loeb acredita que estes sinais podem ter sido enviados por transmissores gigantescos, utilizados para garantir o funcionamento de naves extraterrestres.

Fonte 

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Encontro Imediato em Setúbal

Ainda que não exactamente igual a este avistamento, o Caso da Abrunheira era a única referência para o que tinha sucedido no verão daquele ano.
O episódio foi investigado por Sánchez Bueno, falecido em 1994.
Um objecto semelhante fora avistado perto de Sintra, cerca de 90 km de Setúbal, em 29 de Novembro de 1980.
Cinco operários de uma fábrica de plásticos, um vigilante e um encarregado observaram durante 10 minutos uma luz intensa e fixa de cor amarelo viva, que apresentava contornos em forma de estrela de três pontas.
Nas extremidades, distinguiam-se tons esverdeados que se reflectiam na parte inferior em tons amarelos.
Em outra situação, Carlos e Pedro Coelho, pai e filho, decidiram ir à fortaleza Sant’Iago do Outão, uma construção do século XIV situada na localidade de Outão, em Setúbal, para uma pescaria nocturna.
Era uma madrugada do mês de julho de 2002.
O local é frequentemente visitado por pescadores que se refugiam naquela zona sossegada, aproveitando para descontrair e relaxar enquanto observam a magnífica foz do Rio Sado.
E se tiverem sorte, podem ainda observar golfinhos.
Naquela noite, porém, a pequena praia se encontrava deserta.
Os dois prepararam as tralhas de pesca e se sentaram perto do mar para conversar.
Ambos observaram dentro da água, a uns 15 m da costa, uma pequena luz em forma de prato, com cerca de dois palmos de diâmetro, muito perto da superfície.
De acordo com o que conseguiram constatar, parecia ser uma massa luminosa de cor verde fluorescente, uniforme e com um foco que apenas iluminava num sentido ascendente, em direcção à superfície.


Paralisados pelo objeto — Subitamente, a misteriosa luz começou a se deslocar em linha recta, à velocidade moderada e sem deixar rastro, até estacionar adentro da costa. Estupefacto com o que observaram, o pai decidiu apontar o foco da lanterna que levava consigo na direcção da luz.
Ao fazê-lo, pôde constatar que, por detrás da luz e a alguns metros dela, encontrava-se um grande turbilhão na água, também circular, mas consideravelmente maior do que a luz, que deu às testemunhas a sensação de que algo estava prestes a emergir.
Assustado e temendo pela segurança do filho, o homem decidiu que deveriam ir embora. Porém, precisamente neste momento, eles caíram em si encostados à muralha da praia, a cerca de três metros do local aonde se encontravam, paralisados por uma sensação que descreveram como sendo “algo parecido a um formigueiro no corpo, semelhante à electricidade estática”.
Não se lembram de terem sido projectados nem crêem que isso tenha acontecido. Simplesmente, num momento estavam à beira do mar, prontos para irem embora, e no outro, ao abrirem os olhos, encontravam-se encostados à muralha, de frente para a água, boquiabertos e temporariamente paralisados.
Foi uma circunstância muito semelhante ao missing time [Sensação de tempo perdido], frequentemente associado às abduções, mas não foi o que ocorreu.
Felizmente, a sensação de formigueiro desapareceu após alguns momentos e as testemunhas recuperaram a mobilidade.
Atemorizados, abandonaram a praia pelas rochas e subiram para um mirante da fortaleza, que existe por cima da praia.

Ali, puderam observar que o turbilhão tinha desaparecido e que a luz se deslocava novamente em linha recta, afastando-se na direcção do oceano.
Nesse momento, Carlos Coelho decidiu acender uma pequena luz e a apontou na direcção de onde estava o artefacto, realizando diversos movimentos com ela.
Como que respondendo, o objecto regressou em sua direcção, se posicionou e se imobilizou à sua frente, começando a acender e a apagar não numa sessão regular, mas sem padrão aparente, numa sequência que as testemunhas descreveram como “apresentando semelhanças ao conhecido código morse”.
Naquele momento, Coelho resolveu esconder a luz, fechando-o na palma da mão. Imediatamente o OVNI começou a se distanciar, para logo regressar quando o homem reabriu a mão.
Esta interacção durou seguramente 30 minutos.
Ele desenhara com o rastro da luz algumas figuras geométricas, como quadrados, triângulos e também números.
Todavia, foi quando realizou um movimento errático que o OVNI começou a mudar de cor, passando do verde para o amarelo, então para o laranja e depois para um vermelho muito intenso.
Neste momento, pai e filho ouviram um estrondo como o de trovoada seca e o homem viu um clarão ou relâmpago branco na direcção da Serra da Arrábida, que o cegou temporariamente.
Naquele instante, o céu tinha adquirido uma tonalidade “vermelho eléctrico”, que logo se dissipou.
Após este fato, o OVNI retomou a tonalidade original e respondeu mais uma vez à luz do pescador.
Assustados e com a sensação de que aquilo não teria gostado da interacção, decidiram ir embora, não se tendo observado o desaparecimento do objecto, que seguia rumo ao mar alto.
Esse caso não foi o primeiro a ocorrer na praia da Fortaleza de Sant’Iago do Outão.
26 anos antes, em 19 de Outubro de 1976, dois pescadores observaram seis luzes alaranjadas muito nítidas e de grande intensidade, por volta das 02h00, na direcção poente–nascente.
José Pinto e José Mascarenhas, à medida que as luzes se aproximavam, percebiam que eram sinalização de um objecto em forma de ovo, localizadas duas na parte de cima, duas ao meio e duas na parte de baixo.
O objecto, que à distância das testemunhas aparentava ter 10 m de diâmetro, apresentava-se como vulto escuro, totalmente silencioso e com luz encarnada no topo.
Assustadas, as testemunhas tentaram sair do local, mas conseguiram ainda observar o objecto que, nesse momento, emitia algumas faíscas, voando ao que estimaram ser cerca de 10 km/h.
Quando finalmente o fenómeno se encontrava perto de Tróia, mudou da cor laranja para avermelhada, deixando o céu em redor com tonalidade semelhante.
Subitamente, fez um movimento em forma de Z, desaparecendo em alta velocidade em direcção aos estaleiros da Setnave, em Setúbal.

A. Neves 

terça-feira, 4 de abril de 2017

OVNIs no AB4 Guerra Colonial - Testemunhos

O tempo vai passando e cada vez mais nos vamos esquecendo de algumas coisas que em tempos nos chamaram a atenção e que a memória (já não é o que era) nos vai pregando partidas.
Nos anos 70, que não consigo precisar concretamente se foi 70 ou 71 ou quem sabe 72, passou-se algo de insólito, nos céus de Henrique de Carvalho (A.B.4) que me tem trazido á memória imagens tão reais como se as estivesse agora a ver, imagens essas que queria corroboradas por mais camaradas que também as tivessem presenciado.
Como disse, não consigo lembrar-me da data, mas o que se passou foi o seguinte:Certa noite, pelas 23 horas, mais coisa menos coisa, pois penso que tinha chegado da cidade no transporte da Base, havia imensos camaradas de olhos postos no céu, a que se juntou mais um (eu), pois realmente algo de estranho se passava.
O que vi, foram quatro luzes, “objectos”posicionadas nos quatro pontos cardeais, que emitiam por sua vez, tonalidades de luz, penso que passando por todas a que conhecemos, e parecendo que se comunicavam entre si. No firmamento, evoluíam outros dois pontos de luz, ”objectos”, a grande altitude de forma quase paralela entre si, parecendo que se deslocavam fazendo com que um V.
Lembro-me que nessa altura, os pequenos rádios que quase todos nós tínhamos, faziam imenso ruído e que nada se percebia da emissão que estava no ar. Penso que este período de tempo foi “talvez” de meia hora, apesar de ter parecido uma eternidade, a confusão que gerou tal fenómeno. Estas “luzes” estimava-se que estivessem estacionadas a cerca de 40mil/pés, isto, para quem pela linha do horizonte, conseguia ler distâncias, sendo que as outras duas estivessem bem lá no “cimo”. Recordo, ainda que de forma menos clara, do pedido feito por H.C. ao Luso, para o envio de um PV2 para intercepção dos referidos “objectos”.
Mais tarde, porque para isso não tive acesso, foi falado à boca cheia, que teria sido enviado um PV2 para tal efeito e que em aproximação a H.C. teria dito que, estaria nessa estação em poucos minutos. Após esta informação, teriam os respectivos ”objectos” subido para um tecto de cerca de 80mil/pés, impossível de atingir para o PV2.
Também nessa altura, creio ter sido solicitado o envio de apoio Sul-Africano dos aviões Camberra, que teriam tecto para a possível perseguição.Quando o PV2 indica que não tem qualquer possibilidade de atingir aquele tecto,” penso” que depois de tentar atingir o máximo da sua possibilidade e é obrigado a descer, os ditos “objectos” efectuam uma manobra de segundos, até atingirem as mesmas posições ,onde originalmente se encontravam. Quanto aos Camberra não sei o que se passou com eles.

Nota: Estas informações sobre o pedido de intervenção de meios aéreos foram-me transmitidas posteriormente, pelo que é apenas relato do que ouvi.
Após a situação descrita, ainda houve um período de tempo em que os “objectos” pareciam “falar” entre si, com a evolução de troca de sinais de luzes (seria?).
Lembro-me também, como se fosse no presente, que antes de este estranho fenómeno desaparecer, se criou uma neblina, tão intensa que não nos permitiu ver o desaparecimento do “objectos”.Quando se dissipou a neblina, mais um estranho acaso se verificou. Os rádios voltaram a funcionar normalmente.
Como é normal, troquei impressões com outros camaradas que também se recordam de algumas coisas, deste episódio. Mas que a memória não traz tudo (40 anos é muito tempo). Para alguns, isto nada dirá, a outros que porventura tenham tido esta vivência desencadeará se calhar, memórias á muito esquecidas. Pensei que pudesse avivar e trazer este alguns destes “farripas “ e se possa escrever mais uma página da nossa memória colectiva.
Todas e quaisquer informações que houver deste “cenário” agradecemos que nos seja enviado.
OBS.Tive conhecimento que este fenómeno foi relatado por um avião da TAP, mas não tenho confirmação
Durante o tempo que mediou este escrito e a sua posterior edição, foi solicitado através de e-mail enviado pelo nosso companheiro A. Neves, a todos os ex-camaradas (que constam da nossa base de dados) e tivessem também assistido ao fenómeno, o favor de enviar o seu comentário para que também fosse inserido neste espaço.
Recebemos vários testemunhos a seguir transcritos.

Testemunhos:
Eu recordo-me desse acontecimento.
Para mim foi em finais de 71, princípio de 72.
De facto, naquela noite algo de anormal se passou nos cèus de HC, não tenho a certeza da quantidade, eram vários com a tal luminosidade diferente das estrelas, com mutação de cores.
Houve períodos em que se movimentavam e depois voltavam a fixar.
Recordo--me também, do que relatas quanto ao PV2 e das várias opiniões que a malta expressava, que eram helicópteros experimentais, etc.
Estás a ver aquelas cenas do costume em que todo o pessoal dá o seu palpite e para mais aquela hora !!!
Certo, é que motivou uma noitada diferente e razão para se beber mais umas Nocais, que aquela coisa de estar muito tempo a olhar para o céu a ver estrelas e ovnis enquanto se aguardava por PV2s e Camberras, fazia uma sede do caraças.
A.NevesEABT

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Caros
O meu testemunho
Em 1970, estava destacado no AM44 ( Luso, destacamento de H.C.) com mais dois colegas que não me recordo o nome.
Todos os dias pelas 21h00, era obrigatório fazermos o QRX com o A.B.4 (XXR34) endereço radiotelegráfico.
Liguei a fonia e a grafia
Qual o meu espanto, que o circuito (fonia) estava um autentico delírio; o Controlador de serviço em H.C. era um individuo baixo com uns grandes bigodes e quando chegava ao circuito o seu grito de guerra era “AIKAMOCA AIKAMOCA chama chama”. Não me recordo do nome, mas lembro-me que o meteorologista Helder Guedelha de Castelo Branco era amigo dele.
Bem, como já disse, o circuito estava um delírio e todos gozavam com o AIKAMOCA pois pensavam que o homem estava na torre de controle com uma grande piela, o que não era difícil…
Lembro-me, que a narrativa aqui feita pelo Aníbal de Oliveira, é precisa. Melhor, é impossível.
O que se passou nessa noite foi fantástico, acontece que no Luso, nessa altura, não havia nenhum PV2 , lembro-me que estava em missão (???)
O que acontece é que o AIKAMOCA nessa noite devia estar histérico e pedia tudo e mais alguma coisa, inclusive os F´s que estavam na BA9 em Luanda.
Dizia, que eram três OVNIS e que vinham atacar o A.B.4, baixavam e levantavam e ainda se deslocavam para a direita e esquerda.
Depois, eram todos os RT´s que estavam em QRX, lembro-me do destacamento em Gago Coutinho, penso que seria o Gaspar que lá estava, que metiam a sua “colher” a gozar com o AIKAMOCA, isto foi um pouco longe de mais, uma vez que, como todas as pessoas sabem, as ondas Hertzianas de noite propagam-se com mais facilidade e com o tecto (céu) limpo ainda se propagam melhor e a comunicação chega mais longe e limpa.
Entretanto, um RT de Moçambique, e que estava em Lourenço Marques, apanhou toda esta conversa e meteu-se na frequência a dizer que fazia parte da tripulação do OVNI, foi um pandemónio… e este queria falar com o AIKAMOCA através de morse, aí, resolvi entrar em contacto com ele, e pediu-me para escutar (QAP) em (CW) morse, o qual me informou ser o Modesto. (Seria mesmo o Modesto??) O Modesto era Alentejano e este não tinha voz Alentejana. Informei-o que isto estava a ir longe demais e que o meu Comandante estava presente (o que era mentira), então ele teve receio, calou-se e saiu do circuito.
Para agravar a situação, entrou em cena um outro operador, que dizia ser de um voo da TAP, e confirmava tudo o que o AIKAMOCA dizia, e via perfeitamente a movimentação dos OVNIS, e que a F.A. tinha de tomar uma posição o mais rapidamente possível.
O AIKAMOCA delirava, e já não sabia o que fazer mais, mandou chamar o Oficial de Dia para ir à Torre de Controle. Esta não posso testemunhar, mas ele disse que o ia fazer.
Um episódio próprio do RECAMBOLL.
Bem, nessa noite foi uma tourada, só regressei com o motorista e outro colega (?) Casca??, já passava das 22h30, viemos para a cidade, e já não fomos ao cinema como estava previsto.
Já na esplanada dos gelados em frente ao Hotel Luso, e depois de ter narrado o romance a todos os presentes, estes não acreditaram no que estava a contar e que era invenção minha. Calei-me, e esqueci esse EPISÓDIO DELIRANTE , que só veio agora a lume, por ter lido este inóspito incidente cuja acção narrativa é de uma obra literária ou artística, de factos verdadeiros e notáveis.
P.S.: Fiquei sempre na dúvida se isto aconteceu mesmo, ou se o AIKAMOCA, com o seu liberalismo quis desestabilizar um pouco o sistema.
Não sei se ele foi chamado á atenção,
O que sei é que ele com o seu saber a sua frontalidade e a sua veia artística e revoltada, era bem capaz de fazer um romance numa noite inolvidável em HENRIQUE DE CARVALHO.
Um abraço a todos
J.D.ErnestoOPC
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*Também me lembro desse acontecimento, poderá ter sido outro mas sendo 71/72 deve de ser o mesmo. Estava de serviço em Luanda, no Comando da Região Aérea, quando chegou a informação dos OVNIS que estariam á vertical de Henrique de Carvalho. Recordo-me que, de Luanda, foram enviadas instruções para descolarem meios aéreos, a partir do Luso, a fim de observarem e interceptarem esses ovnis. Creio que esses meios não chegaram a descolar. Mais tarde veio a informação que os ovnis tinham desaparecido e tudo voltou ao normal.
Um abraço
Pedro GarciaOPC
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*Aníbal eu recordo isso e segundo me parece, antecedeu a crise de doença quase colectiva, que se instalou em que poucos não caíram á cama e um dia ou dois depois foi enviada uma equipa de médicos de Luanda com medicamentos e alguns de nós (lembro-me do falecido Bilinhos que não largou a cadela durante esses dias) íamos com os médios visitar todos os acamados e distribuir medicamentos. Tenho a ideia que a manutenção não abriu e os outros serviços também não funcionaram
Um Abraço
Raposeiro "Jesu"MMA
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*Pois amigos eu penso que isso se passou antes de Fevereiro de 1971, pois foi nessa data que os PV´s passaram de Luanda para H.C., e eu fui com eles, portanto se chamaram o PV do Luso, era porque ainda não estavam baseados em H.C.
Manuel PratesMRAD
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*Nada vi do que contais, pois decerto já estaria casado e a viver na cidade...
O que vos posso relatar é que, estando eu numa noite com o Félix na Torre de Controlo... apareceu-nos um gringo qualquer a chamar-nos em 'Sierra 2', dando-nos bailarico...
Naturalmente o Félix pediu que se identificasse, nada logrando com isso...
FAP Luanda que estava, como nós, à escuta, também entrou no ar, já que tudo se ouvia 5/5, por todos...
O dito cujo, fosse ele quem fosse, às tantas calou-se...
O estranho é ter ele entrado numa nossa frequência classificada.
Dizer-vos-ei, para terminar, que estou à vontade sobre UFO's ou OVNIS, pois tais Naves sempre existiram... e, hoje em dia, apesar de vibrarem na Quinta Dimensão, andam por aí em grandes Grupos... sob o Comando de ASHTAR SHERAN.
Quem quiser analisar e desenvolver este Tema, pode ir ao
www.google.com
Colocar em busca: 'Comando Ashtar Sheran'.
Uma Boa Navegação, por instrumentos, vos desejo!
Abraços e tudo em PAZ!
JesusOPC
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Também me recordo dum acontecimento parecido. Não sei se foi o mesmo, mas aquele que me apercebi -- deu-se em princípios de 1972. Relatei-o na minha Crónica "Leste de Angola nº. 5", Episódio 2. Aqui vai a cópia do extracto:
2 - Noutra ocasião, encontrava-se um companheiro meu, (Rui Silva), de serviço à Torre. Ao escurecer, notou que havia uma luz que pairava no céu, mas que teimosamente não queria fazer-se à pista!... Tentou contactar com a suposta aeronave, mas esta não dava sinais de vida. Disparou um “very light” verde, para permissão de aterragem e, a luz da aeronave continuava a circular em volta da pista sem se aperceber de qualquer intenção. Intrigado, pensando que pudesse ser algum disco voador, telefonou para o Bar de sargentos a fim de solicitar a ajuda dum outro controlador mais experiente.
Lá vou eu ter com o Rui Silva para indagar da situação.
Conclusão, houve “ilusão de óptica”, “miragem pura”. A aeronave não existia! Porém, já tinha sido avisado o oficial de dia, iluminado as pistas com os candeeiros a petróleo e, chamado um bombardeiro que se encontrava ocasionalmente no Luso (Douglas B-26), para ajudar no combate… Para mais informações, só se contactarmos o Rui Silva. Ele foi o maior protagonista dessa cena. Encontrava-se de serviço na Torre de Controlo e, era um maçarico, na altura.
Um abraço
Vítor OliveiraOPCART
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Envio-vos a minha visão da tal noite dos OVNIS no AB4. Cito nomes, mas acho que não poderia deixar de o fazer e a história não teria interesse sem os citar. O "Pilas" (Vitor Faria) era meteorologista e tu deves lembrar-te dele muito bem. O capitão Acabado era de facto o comandante do PV2 que foi "combater" os OVNIS. Datas certas posso dizer-te, mas estão num livro de apontamentos que conservo, mas está no meio da papelada antiga que preciso de procurar.
Aqui vai o que me lembro dessa memorável noite dos OVNIS em HC
O facto aconteceu pouco tempo depois de ter chegado ao AB4, já que ainda não estava na Linha da Frente. Lembro-me bem de ter voltado da cidade de uma jantarada, ou bailarico e subitamente me deparar ali no descampado que rodeava a torre de controlo com um relativo ajuntamento de especialistas e quejandos que olhavam para o ar com ar interessadíssimo.
E lá estavam nos céus as tais luzes nos quatro cantos do horizonte. Perguntei o que se passava e foi-me dito (creio que pelo Terrinha MMA) que havia OVNIS postados sobre a base. Para mim OVNIS não eram aviões inimigos, mas sim, obviamente, discos voadores. E lá estavam eles. Um estático no zénite. Brilhante como um pequeno astro-rei nocturno a fazer horas extraordinárias. O outro de cor fulva junto à linha do horizonte para o lado da porta de armas. Dos outros não me recordo, não por causa da Nocal, mas porque já lá vão quase quatro décadas. Mas concedo que a Nocal tenha contribuído para exacerbar a situação e a imaginação também. "Rádio Moscovo” a estação que mais gostava de sintonizar a seguir à South Africa Broadcasting... qualquer assunto: - O OVNI principal encontrava-se a 60 mil pés de altitude! Declarou
Nesse momento houve um àh... de admiração a toda a roda dos circunstantes iluminados pelos holofotes da torre de controlo onde se encontravam os camaradas “controladores” que sabiam de facto o que estava a acontecer, pensávamos nós. Ainda hoje não faço a mínima ideia de como é que o ”Pilas” fez os cálculos, já que os operou de cabeça perante mim e mais não sei quantos (uma dezena, dezena e meia, sem auxílio de qualquer instrumento, nomeadamente sextante, ou coisa que o valha. Sextantes e Teodolitos são instrumentos necessário para tais observações, julgava eu.
Certo é que os 60 mil pés do “Pilas” pegaram, já que o controlador aéreo de turno (um camarada de que me não lembro o nome, que tinha descido da torre e estava connosco, subiu de novo à dita e comunicou a “sentença” do meteorologista de serviço de HC para o Luso:- O OVNI encontra-se à vertical da base a 60 mil pés de altitude.
Finda a mensagem, em vez de responder a torre do Luso, responde o capitão Acabado, a partir de um PV2 que dali tinha descolado uns 20, ou 30 minutos antes: - 60 mil pés? Como é que eu vou interceptar um OVNI a 60 mil pés se esta caranguejola foi feita para a luta contra os submarinos no Pacífico na Segunda Guerra Mundial, poucos pés acima do nível do mar. Nem sequer temos máscaras de oxigénio! Terá sido mais ou menos assim a mensagem do simpático capitão Acabado, excelente chefe de família, de que me recordo bem de várias missões, acordado a meio da noite para combater OVNIS, enquanto o resto de Angola dormia pacificamente sem cuidar de mais nada a não ser acordar no dia seguinte para os seus afazeres quotidianos.
Nesse momento de “stress de guerra” (stress de guerra?) o mistério adensou-se.
A torre de HC começava a receber uma mensagem em 5 por 5: - “papá, papá, palhota”. “papá, papá palhota”. Consultados os manuais coisa... (creio que era “Sistems”, já que a conhecíamos pela sigla SABS) e que transmitia os últimos êxitos do rock internacional, nomeadamente os “Osy Bisa”, “Janis Joplin” e “Melanie” já para não falar de Bob Dilan e Donovan. O Macedo tinha sempre a última e mais preciosa informação sobre qualquer coisa. Fosse o que fosse, mas em matéria política especialmente. O Macedo era do contra por natureza. Um grande amigo e companheiro. No entanto, nesse ponto, achei que estaria a exagerar.
Mas enfim... era possível! Que “raio”. Tinha 19 anos e estava no meio da guerra. O melhor era acreditar em tudo nomeadamente num ataque da URSS sobre a ignota base de Saurimo (HC).
Penso, hoje, que na altura Moscovo se preocuparia mais com uma qualquer base de muito menores dimensões do Vietname onde a guerra-fria se decidia de facto e onde as coisas andavam muito, mas muito mais acirradas do que alguma vez em Angola estariam. Muito menos no nosso perímetro, mais, ou menos anónimo do Leste de Angola.
Nesse momento de cogitação técnico política surge o “Pilas” (outro camarada e amigo). Tão camarada e amigo que não lhe recordo o apelido, nem o nome próprio, mas sim a alcunha porque todos os tratavam assim. E ele fazia gala desse epíteto. Afinal “Pilas” fazia jus à virilidade da nossa juventude. Estive com ele uns anos depois já na vida civil em Lisboa, na Av. Da Igreja em Alvalade. Tinha então deixado as ciências herméticas dos cúmulos-nimbos e dos estratos e dos higrómetros, enfim... Depois disso nunca mais dele tive notícia.
O “Pilas” meteorologista de lei, que estava de serviço, veio pôr ponto de ordem à mesa, ou melhor, ao ajuntamento a esmo que se tinha reunido. E depois de reflectir longamente (meia dúzia de segundos, na verdade, creio eu, se a memória não me falha quatro décadas depois) esclareceu o as de tudo isso me lembro como se fosse hoje. Nesse intróito de cogitação pessoal, comecei a ouvir os “sound bites" (como se diz hoje) dos circunstantes. Ao pequeno grupo inicial foi-se juntando o pessoal que vinha do Clube, da cidade, ou sabe-se lá de onde. Enfim...
Todos pontificavam. O Terrinha que era dos PV2 fazia cálculos e declarava que os OVNIS pairavam muito alto. Achei que o que dizia era correcto. Pairavam alto de facto. Faltava no entanto saber a que nível pairavam como se requeria. Quantos pés, que ângulo?
O Macedo que entendia que tudo no mundo pertencia ao domínio da política, afirmava que o regime e a guerra estavam por um fio porque os OVNIS não eram mais do que aeronaves inimigas altamente sofisticadas que só podiam ser soviéticas. Se calhar tinha ouvido alguma coisa na assunto: - O OVNI principal encontrava-se a 60 mil pés de altitude! Declarou !
Nesse momento houve um àh... de admiração a toda a roda dos circunstantes iluminados pelos holofotes da torre de controlo onde se encontravam os camaradas “controladores” que sabiam de facto o que estava a acontecer, pensávamos nós.
Nessa altura, Luanda decidiu assumir o controlo da situação ordenando à torre de HC que se calasse. A partir dali era o comando da 2ª Região Aérea que tomava conta da situação. O alto comando achava que a situação era grave. Era o momento dos generais tomarem conta da situação. Tratava-se de um caso de segurança nacional e assim foi.
Provavelmente terá sido nessa altura que Luanda (algum general zeloso) terá pensado em pedir auxílio aos “primos”(sul-africanos) que com os seus Camberra detinham a tecnologia de ponta que nos faltava para detectar o inusitado ataque.
Ouvi dizer que os F84, da BA9 terão sido postos em alerta, mas não sei se chegaram a descolar. Acho que não. O que sei é que nesse entre tempo o OVNI alaranjado que pairava no horizonte baixo sobre a porta de armas foi subitamente ofuscado por uma névoa que se levantou e dissipou em pouco menos de meia hora. Finda a dita, a tal luz alaranjada desapareceu mais subitamente do que tinha aparecido. Simultaneamente o OVNI que pairava (segundo o Pilas) a 60 mil pés à vertical da base perdeu o fulgor. Os outros dois OVNIS em que não reparei de todo devem ter desaparecido igualmente. Devo dizer neste ponto da história que só me lembro de dois OVNIS, embora me recorde esparsamente, de que no murmúrio do ajuntamento se falar em quatro.
Entretanto as horas foram-se passando. Seriam já uma onze da noite, ou mais e perante o desvanecimento dos céus e das luzes cada um foi à sua vida. Afinal o ataque dos marcianos não se tinha concretizado. Que chatice!...
Entretanto, vim a saber mais tarde, que o OVNI que pairava à vertical de HC, não era mais do que Canopus, uma estrela da constelação do Cão Maior que pairava bem mais alto do que os cálculos do “Pilas”. Estava não a 60 mil pés, mas provavelmente a 60 mil anos-luz. Bem mais distante do que a nossa imaginação dos 19 anos de idade pensaria possível. O facto de a humidade relativa na altura ser maior do que o usual, funcionou como lente fazendo com que Canopus se apresentasse aos nossos olhos inexperientes e sempre expectantes perante maravilhas nocturnas.
Por seu turno o flamejante OVNI que surgiu e desapareceu no horizonte sobre a porta de armas não era mais do que o planeta Marte que nessa época do ano faz uma órbita baixa surgindo pouco depois do sol-pôr e desaparecendo a seguir. O mesmo efeito de lente provocado pela humidade fora do usual fez com que “planeta vermelho” brilhasse mais e consequentemente captasse a atenção sobre um astro que surgia diariamente, mas em que nenhum de nós reparava.
A bruma que se levantou fez com que o planeta vermelho desaparecesse dos nossos olhos ainda mais depressa do que o costume. O facto foi anómalo, mas não passou de uma super coincidência de fenómenos atmosféricos. Finalmente o último mistério, que era a estação de rádio chamando “palhota”, também se resolveu. Afinal tratava-se da torre de controlo da Beira (Papá) que chamava um outro posto qualquer em Moçambique designado “palhota”. As mesmas condições meteorológicas que tinham ampliado o brilho de Canopus e Marte, igualmente tinham ampliado as condições de recepção rádio em Angola das comunicações do lado oriental de África.
Quarenta anos depois irrita-me que Canopus e Marte não fossem os helicópteros experimentais do Aníbal, ou as armas secretas de Moscovo do Macedo, a pairar sobre nós. Por isso devo dizer a terminar que o que continua a bailar sobre a minha imaginação são os inexplicáveis OVNIS que de facto pairaram nessa noite indelével sobre o Aeródromo Base Número 4, algures nos céus extraordinários do Leste de Angola dos idos da década de 70.
Não sabia que esse auxílio tinha sido pedido, mas não me custa acreditar já que o Aníbal (MMA), que diz ter ouvido que os OVNIS seriam helicópteros experimentais o afirma. E o Anibal não discorria em vão, nem o repetiria hoje sem citar fonte credível. Deixem-me dizer que o Aníbal, para além de exímio xadrezista, que se confrontava comigo nesta matéria e ganhava muitas vezes (eu também ganhava algumas, diga-se de passagem) era já veterano da guerra nessa altura e lia muito, que não só os jornais. Sabia como estava situação em Angola e no resto do mundo, porque também lia a “Vida Mundial”.
PS – Continuo a não saber bem em que ano foi, mas vou confirmar à minha caderneta militar que tem tudo.
João GuedesMMA
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No tempo em permaneci no AB4, fui sempre o responsável pela linha da frente como mecânico de radio, ficando depois o Prates, quando vim para o "Puto" .(nunca fiz destacamentos, só algumas operações e recolha de aviões que caíram, como o do Anibal)
Isto para vos dizer, que confirmo tudo o que a ANÍBAL descreve, não me recordo é da data mas recordo como fosse hoje o desassossego que houve nessa noite e nos dias seguintes.
Ainda hoje, não sei de facto o que realmente era aquele brilhar.
Também me lembro, que foi pedido auxilio, não me recordo se a Luanda se ao Luso, pelo peri-pi-pi. auxilio esse que nunca chegou pois com o passar das horas o tal brilhar desapareceu.
BaptistaMRAD


A todos os camaradas que contribuíram com a sua visão sobre o assunto um obrigado.

Por Aníbal de Oliveira Clube dos Especialistas